Autor: Marcos Maluly
Ilustração: Victor Hugo
A quem pertence esses olhos, que com tanta harmonia,
parece guardar tanta paz, que sabe esconder demais.
Um segredo, uma dor, ou o amor, transformando em poesia,
queria que fosse só a mim, que teus olhos avistaram um dia.
E o brilho de teus olhos, que ofusque a luz da lua,
a perfeita esmeralda, que em meus sonhos aparecia.
Que clareia o meu caminho, feito a luz que vem do dia,
que a natureza criou, e hoje sente inveja tua.
Que venha a mim esses olhos, rechiados em sentimento,
que de solidão não sofra eu, nem mesmo por um momento.
Que o brilho de teus olhos sejam iguais meus pensamentos.
Se hoje não a tenho, com certeza é culpa tua,
não temas nem o sol e nem a luz, de inveja estão morrendo.
E eu aqui com meu fardo padecendo, com toda saudade tua.
Ilustração: Victor Hugo
A quem pertence esses olhos, que com tanta harmonia,
parece guardar tanta paz, que sabe esconder demais.
Um segredo, uma dor, ou o amor, transformando em poesia,
queria que fosse só a mim, que teus olhos avistaram um dia.
E o brilho de teus olhos, que ofusque a luz da lua,
a perfeita esmeralda, que em meus sonhos aparecia.
Que clareia o meu caminho, feito a luz que vem do dia,
que a natureza criou, e hoje sente inveja tua.
Que venha a mim esses olhos, rechiados em sentimento,
que de solidão não sofra eu, nem mesmo por um momento.
Que o brilho de teus olhos sejam iguais meus pensamentos.
Se hoje não a tenho, com certeza é culpa tua,
não temas nem o sol e nem a luz, de inveja estão morrendo.
E eu aqui com meu fardo padecendo, com toda saudade tua.


